30

Jan

Rita Lee e a confusão Projeto Verão 2012 que levou a que acabasse detida pela polícia. (by adelsonjunior80)

A cantora de rock nacional, Rita Lee, 67 anos, está querendo se aposentar, de acordo com informações divulgadas recentemente pela imprensa. Mas antes de abandonar os palcos Rita está cumprindo seus compromissos.
No último show, que simbolizaria o final da sua carreira, a cantora que ficou conhecida por seu temperamento, acabou detida por policiais em Aracaju. Ela participava do Festival Verão Sergipe 2012.

Entenda o caso

Rita Lee viu membros do seu fã clube sendo agredidos por policiais. E o fato provocou uma reação da cantora.
Segundo fontes, Rita declarou que não queria mais os policiais no momento que estava se apresentando. “Vocês são legais, vão lá fumar o baseadinho.” Declarou publicamente a cantora. Então quando os policiais fizeram uma corrente na frente do palco — Rita Lee reviveu os momentos da luta contra ditadura e ofendeu os policiais publicamente os chamando de — “cachorro”, “cavalo” e “Filho da….” (palavrão). O que terminou com a prisão da cantora após o show.

Opinião de autoridades que estavam no evento

O governador Marcelo Déda disse para imprensa que assistiu a um espetáculo deprimente por parte da cantora Rita Lee — segundo o governador a polícia não fez nada que justificasse a reação da cantora.
Já Heloisa Helena, ex-senadora, atualmente com mandato de vereadora em Alagoas foi solidária e assinou o Boletim de ocorrência a favor de Rita Lee. Para Heloisa tudo aconteceu por causa de uma reação emocional da cantora devido à truculência policial desnecessária.

No Twitter

O filho de Rita Lee e o cantor Lobão se manifestaram sobre a prisão da cantora. Beto postou: “A policia de Aracaju levou minha velha para a delegacia. Bando de frouxo”. Já o roqueiro Lobão tuitou: “Mas era soh o que faltava…prender a Ritinha eh de última!”.

A Polícia Militar

O tenente-coronel Adolfo Menezes, responsável pelo policiamento do show disse que o boletim de ocorrência do episódio foi tipificado como “desacato e apologia ao crime ou ao criminoso (art. 287 do Código Penal)”, segundo informações divulgadas pela coluna ilustrada da Folha deste domingo.

Reportagem da TV RECORD:

19

Jan

Filme “A Música Segundo Tom Jobim" | Trailer Oficial (by SonypicturesBrasil)

ESTREIA: 20 DE JANEIRO NOS CINEMAS!

Site: http://www.amusicasegundotomjobim.com.br
Fan page: https://www.facebook.com/AMusicaSegundoTomJobim

O extraordinário universo da música de Antonio Carlos Jobim não cabe em palavras. Foi com essa idéia em mente e a sensibilidade aguçada que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, se dispôs a encarar o desafio de desvendar em filme a trajetória musical do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna, de alcance internacional. Em A música segundo Tom Jobim, os diretores escolheram o caminho sensorial da imagem e do som para exibir o trabalho do músico considerado, ao lado de Heitor Villa-Lobos, um dos maiores expoentes de todos os tempos da música brasileira. Não há uma palavra sequer no filme. E nem é preciso. Uma sucessão de imagens de grandes intérpretes brasileiros e internacionais em performances inesquecíveis, e do próprio Tom Jobim, em diferentes momentos, alinhava a trajetória musical do “maestro soberano”. Está tudo lá: a força e a beleza da sua música, as diferentes fases do artista, o alcance e a poesia das suas canções, sua personalidade musical, a importância da sua obra. Tudo conduzido de forma vigorosa e poética, sem necessidade de maiores explicações. Apenas o prazer e a emoção de ouvir Tom Jobim.

Esse filme foi realizado por meio do Programa Natura Musical.

28

Mar

Ípsilon | Entrevista a Adriana Calcanhotto: "Samba em transe"

Adriana Calcanhotto na sessão de fotografias para promoção do disco.  Foto: Gilda-Midani

No seu novo disco, Adriana Calcanhotto entregou-se ao samba como se estivesse possuída por ele, ou pela alma dele. “O micróbio do samba” é um transe mágico

Um dia, Adriana Calcanhotto sentiu um impulso irresistível de gravar os sambas que vinha compondo, como se não pudesse compor ou gravar mais nada. Gravar para arrumá-los, tê-los juntos, ver o que valiam. Esse impulso acabou por desaguar num disco. Depois de “Maré” (2008) e de “Partimpim 2” (2009), Adriana regressa com um disco singular, 12 sambas escritos por ela, gravados em trio (Domenico Lancellotti nas percussões e Alberto Continentino no contrabaixo) e com alguns, poucos, ilustres convidados: Davi Moraes, Rodrigo Amarante, Moreno Veloso. “O micróbio do samba” contagia. LER MAIS

Cf. Crítica do Disco